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Hipnose Archives - Dr. Diego Wildberger
  

Medo de dentista e a Hipnose

Quando falamos em dentista numa roda de amigos, a primeira que coisa que ouvimos é: “nossa eu morro de medo”, “dentistas são assustadores”, “aquilo é uma tortura”, “tenho pavor à anestesia”. Não tenho os números exatos, mas acredito que quando tocamos nesse assunto, estas são algumas das respostas de 90% das pessoas, incluindo os próprios profissionais de odontologia. Esse tipo de comentário é definido ou instalado depois de uma vivência desagradável no consultório odontológico. Algumas vezes, podemos afirmar, que esse sentimento do medo de dentista é condicionado pelos próprios pais quando dizem à criança que a levarão ao dentista se não forem obedientes, educadas ou estudiosas, criando nesta uma crença de que dentista é sinônimo de punição ou tortura.

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Atender pacientes com medo de dentista, do “motorzinho” ou de seus procedimentos clínicos, é quase uma rotina diária na vida dos profissionais de odontologia. Mas essa realidade, que algumas vezes atrapalha e outras até impede os tratamentos odontológicos, pode melhorar. Depois de alguns anos presente em clínicas e consultórios da Europa e dos Estados Unidos, a hipnose volta a surgir no Brasil como uma excelente ferramenta coadjuvante de trabalho para o dentista.

Diferente do que muita gente pensa, a hipnose é um procedimento cientificamente fundamentado. Ao longo da história, tem sido muito utilizada em psicoterapias para diversos tipos de tratamentos e objetivos. Na odontologia, a hipnose pode, em muitos casos, diminuir o stress e a ansiedade, substituir as anestesias e diminuir os sangramentos e a salivação, facilitando muito o tratamento e promovendo uma experiência mais agradável e confortável ao paciente.

No Brasil, a utilização da hipnose é autorizada e reconhecida aos cirurgiões-dentistas através da Lei nº 5.081, de 24/08/1966 no decreto nº 68.704, de 03/06/1971, que regula o exercício da Odontologia, e na resolução nº 82 publicada no Diário Oficial da União de 01/10/2008 seção 1 pag.105 capítulo IV, que normatizou a Hipnose, entre outras práticas integrativas e complementares à saúde bucal, permitindo ao cirurgião-dentista utilizar da hipnose na sua prática clínica desde que comprovadamente habilitado e quando constituírem meios eficazes para o tratamento. Para isso, começam a surgir cursos de hipnose direcionados para os profissionais da Odontologia, focando sempre no bem-estar dos pacientes.

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Cirurgia Odontológica com Hipnose – Clique para ler o artigo

A hipnose é um estado alterado de consciência, intermediário entre o sono e a vigília. Nesse estado, o lado direito do cérebro, que trabalha a imaginação e a criatividade, é ativado, enquanto o lado esquerdo, mais racional e lógico, se relaxa, afastando o senso crítico e fazendo com que a mente consciente permita a indução, deixando que a mente inconsciente se manifeste.

Com uma voz, algumas vezes, monótona e repetitiva do hipnotista, o paciente alcança o estado hipnótico ou transe. Um ambiente calmo e tranquilo é essencial para que o atendimento seja eficaz e relaxante, ajudando no processo de indução e entrada do transe. Com o uso de técnicas específicas, as ondas cerebrais do paciente passam do estágio beta (da vigília) e atingem o estágio alfa da hipnose, que é  quando o hipnotista pode sugestionar o paciente. Dessa forma, consegue sugerir à mente hipnotizada, que determinada parte do corpo está anestesiada ou sem qualquer tipo de incômodo ou desconforto.

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Realizar uma anamnese detalhada nos pacientes antes de recorrer à hipnose é essencial e indispensável. Aqueles com história psicótica, esquizofrenia, retardo mental ou que tenha a realidade mal estabelecida, não devem ser hipnotizados. Crianças abaixo de 4 anos e idosos que não tenham muita atividade intelectual, também compõem um público para o qual a hipnose é contra-indicada.

Apesar do medo de dentista, alguns pacientes, também tem medo ou receio da hipnose. Por isso, é indicado que o profissional procure sempre desmistifica-la, deixando o paciente tranquilo e bem esclarecido sobre o assunto. Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, ninguém faz sob hipnose nada que não faria se não estivesse hipnotizado. Além disso, por questões éticas, nenhum profissional pode utilizar a hipnose sem o conhecimento ou autorização do seu paciente.

foto Sobre o autor
DIEGO WILDBERGER é cirurgião-dentista, hipnólogo, hipnotista, Formado pelo Instituto Rogério Castilho, Membro da Sociedade Ibero Americana de Hipnose Condicionativa e Filiado ao Instituto Brasileiro de Hipnologia. Atua em Salvador/BA com odontologia e hipnose clínica, além de manter o site Hipnose Salvador: www.hipnosesalvador.com.br.

Hipnodontia, o que é?

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Ao iniciar este capítulo, gostaríamos de deixar claro que não existe hipnose odontológica, hipnose médica ou hipnose psicológica. A hipnose é única, existe sim, uma diversidade muito grande de técnicas, mas qualquer delas poderá ser empregada na prática odontológica, sendo que a escolha da técnica a ser usada dependerá basicamente da preferência do hipnotizador e principalmente, daquela que adapte-se melhor ao paciente em questão, dependendo isto do rapport, previamente efetuado. 

No consultório odontológico o que normalmente difere dos consultórios médicos e psicológicos é a presença da auxiliar, pois no momento da indução, normalmente, ela não estará na sala onde se efetua a indução, porém no decorrer do tratamento odontológico, ocorrendo necessidade da presença da mesma na sala clínica, onde o paciente já estaria em transe, mesmo que este seja profundo, ele deve ser avisado que a auxiliar virá para prestar ajuda, pois a percepção da presença de outra pessoa poderá provocar quebra de rapport dificultando o transe em curso e os futuros.  

Outra coisa que deve ficar claro é que o emprego da hipnose em Odontologia não é privilégio do cirurgião-dentista, embora seja o mais recomendável pelas sutilezas necessárias durante a execução do tratamento, porém poderemos ter um médico ou psicólogo efetuando o processo hipnótico enquanto o cirurgião-dentista trabalha. É claro que este profissional deveria ter um contato prévio com o cirurgião-dentista para que ocorra uma perfeita e favorável interação entre ambos o que facilitará e muito o desenrolar do processo hipnótico. E dependendo ao que se propõe o tratamento odontológico o paciente poderá ser preparado no próprio consultório médico ou psicológico dando-se ao mesmo um determinado signo-sinal que será utilizado pelo cirurgião-dentista antes e/ou durante seu tratamento. A hipnose quando aplicada na Odontologia é comumente chamada de hipnodontia, termo criado por Burgem em 1928, que embora seja errado, pois não se hipnotiza o dente, ele permanece sendo usado por questões históricas.  

A hipnose é uma poderosíssima arma na Odontologia não apenas para pacientes com história de receios, medos ou fobias, mas também para qualquer paciente que a aceite como coadjuvante de seu tratamento, e no decorrer deste texto iremos detalhar o uso da hipnose nas diversas situações e especialidades odontológicas.  

O relato histórico mais antigo da hipnose em Odontologia é de 1836, quando J. V. Oudet fez o que seria a primeira extração dentária sob hipnose e sem anestesia. Desta época aos dias atuais houve grande avanço em termos de técnicas e possibilidades da utilização da hipnose em Odontologia e a questão da hipnoanestesia voltará a ser vista com detalhes mais a frente.  

Durante o processo hipnótico em Odontologia deveremos estar atentos para alguns fenômenos expontâneos que ocorrem e que tem um interesse mais específicos para nossa área, como por exemplo: a) modificação do fluxo salivar; b) queda da temperatura corporal (durante a hipnose em geral ocorre uma diminuição da temperatura corporal por volta de 1,5 a 2 graus centígrados, por isso deveremos estar vigilantes para a necessidade de controlarmos ou normalizarmos a temperatura do paciente, desligando o ar condicionado, oferecendo-lhe algo para se agasalhar ou dissociando-o de maneira que se sinta em um local de temperatura mais agradável como por exemplo uma praia, um campo ensolarado ou outra situação que tenha ficado definida no Rapport); c) extremo relaxamento muscular dificultando a catalepsia bucal, etc.  

Uma coisa interessante que se observa em pacientes fóbicos específicos aos tratamentos odontológicos, é que após algumas sessões de tratamento sob hipnose eles já começam a aceitar o tratamento muitas vezes inclusive sem o uso da hipnose, pois aprendem um novo padrão de respostas aos estímulos do tratamento odontológico.   

Os pacientes que irão fazer tratamento odontológico sob hipnose diferem-se  dependendo da sua indicação, pois àquele que chega ao consultório tendo sido indicado para ter um tratamento especificamente sob hipnose, já chega com um índice altíssimo de aceitação ao tratamento e ao profissional, rapport indireto, facilitando assim o aprimoramento do rapport que é de fundamental importância. Enquanto os que chegam para tratar de maneira tradicional e que durante o tratamento, por algum motivo percebe-se a necessidade do uso da hipnose o bom resultado vai depender  muito da abordagem para conseguirmos a aceitação de maneira tranqüila ao uso da hipnose, e novamente o rapport é de fundamental importância para podermos saber que tipo de crenças os mesmos têm em relação à hipnose e determinarmos assim o tipo de abordagem.

 As principais vantagens no uso da hipnose em Odontologia são:

  1. Anestesia localizada e seu desaparecimento logo após o tratamento, não tendo o paciente que permanecer com os incômodos por ela provocado. No caso do uso da anestesia química, a quantidade desta será tão diminuída que os incômodos pós anestesia serão também mínimos.
  2. controle salivar (sialostasia) e controle de sangramento (hemostasia)
  3. analgesia pós-operatória,
  4. recuperação pós-operatória extremamente facilitada e rápida,
  5. eliminação e/ou não produção de cansaço ao paciente,
  6. redução das tensões do cirurgião-dentista.

As indicações da hipnose em Odontologia são em suma:

  1. Condicionamentos:
    • aceitação ao tratamento odontológico,
    • adaptação à próteses,
    • adaptação à aparelhos ortodônticos,
    • facilitar o ensino de hábitos higiênicos,
    • facilitar a eliminação de hábito viciosos.
  2. Remoção de fobias.
  3. Relaxamento geral.
  4. Relaxamento específico:
    • da língua,
    • da musculatura envolvida para:
      • tratamento de trismo,
      • tratamento de luxação das articulações têmporo-mandibulares,
      • obtenção de relações maxilo-mandibulares,
      • manutenção da abertura bucal sem cansaço.
  5. Catalepsia mandibular.
  6. Analgesia.
  7. Anestesia:
    • superficial,
    • profunda.
  8. Sialostasia.
  9. Hemostasia.
  10. Eliminação de reflexos para:
    • obtenção de radiografias intra-orais,
    • moldagens,
    • casos de sensibilidade lingual,
    • excesso de ânsia de vômito.
  11. Pré e pós-operatório.
  12. Sugestões pós-hipnóticas como:
    • distorção do tempo,
    • representação gustativa,
    • amnésia,
    • prolongamento da anestesia,
    • analgesia.

Hipnose e Medo de Dentista: Parte 2

Hipnose é uma excelente técnica para o tratameto de fobias. Medo de dirigir, medo de elevador, medo de dentista, enfim, fobias em geral são facilmente tratadas com uma boa hipnose clínica. O uso da hipnose no consultório odontológico é também conhecido como Hipnodontia. O vídeo abaixo mostra como diversos dentistas têm inovado para evitar que o paciente que tem medo de dentista fique tenso e não consiga realizar o tratamento.

Veja o vídeo sobre a hipnose no consultório odontológico:


Por que não se vê a hipnose bem inserida na área médica, odontológica, de saúde em geral?

Porque é muito mais simples dar um medicamento, gás do riso, drogas químicas, para um paciente acalmar, dormir profundamente,aliviar a dor, do que realizar um procedimento natural que exige em alguns casos mais tempo, mais atenção e mais cuidado. A área de saúde atualmente é muito objetiva e pouco centrada no bem estar do paciente, mas sim, numa obsessiva busca por resultados rápidos, independente dos efeitos reais ao organismo.

Sem falar nos casos dos médicos que, por atenderem através de plano de saúde e receberem pouco dos planos, precisam atender o máximo por dia para compensar, e com isso, muitas vezes mal olham para o rosto do paciente.

Não é a toa que as estatísticas mostram que o número de erros médicos aumentaram assustadorarmente.

Mas obviamente, existe muito profissional excelente no mercado, cuidadoso e atencioso. Esse fato só mostra que a hipnose as vezes é pouco usada não por conta da sua efetividade, que é comprovada, mas sim, por conta de outros fatores que atualmente direcionam a prática de boa parte dos profissionais de saúde.

O que acham disso?


Medo de Dentista?

Medo de Dentista?

 

Hipnose e Medo de Dentista: Parte 1

Você tem ou já ouviu falar de alguém que tem medo de dentista?

Este tema é motivo de piada para alguns mas não tem a menor graça para milhares de pessoas no mundo inteiro que sofrem com este problema.

O medo é uma das mais debilitantes e agonizantes experiências emocionais humanas e, no caso do medo de dentista, as conseqüências negativas causadas alcançam vários aspectos da vida do paciente.

O impacto mais direto está na deterioração da saúde bucal, pois a pessoa que tem medo de dentista evita o tratamento odontológico, o que resulta num aumento da complexidade do tratamento necessário e da chance de, quando finalmente o paciente resolver procurar tratamento, ele experimentar desconforto e dor durante os procedimentos, o que reforça o medo e aumenta a evitação futura do tratamento, gerando um círculo vicioso.

O estresse que é vivenciado pelo paciente aumenta o medo, o desconforto e a percepção da dor durante o tratamento, diminuindo a capacidade do paciente em colaborar com o tratamento, tornando-o mais difícil, causando perda de tempo e estresse da equipe e colocando em risco a qualidade dos procedimentos executados.

Além disso, os medos, particularmente os crônicos, causam perturbações e limitações no decorrer do tempo e podem interferir com o crescimento e desenvolvimento do individuo, minando o funcionamento da personalidade e aumentando a vulnerabilidade a outras psicopatologias. O impacto psicossocial do medo de dentista é bem documentado na literatura científica com efeitos cognitivos, psicológicos, comportamentais e sociais.

É crescente o corpo de evidências científicas de que a hipnose pode ser um adjunto útil em procedimentos clínicos na área médica e também odontológica.

Os efeitos operatórios positivos da hipnose incluem: sedação, redução do medo e da ansiedade, inibição das atividades motoras, relaxamento, analgesia e anestesia com conseqüente aumento da tolerância em relação às demandas físicas e psicológicas dos procedimentos cirúrgicos.

No Hospital da Universidade de Liége (Bélgica), por exemplo, a técnica tem sido utilizada com sucesso em mais de 1.800 intervenções cirúrgicas desde 1992. Estes trabalhos mostram que a hipnose fornece melhor alívio da ansiedade e da dor peri-operatória, permite reduções significativas nas solicitações de medicação e melhora a satisfação do paciente e condições cirúrgicas em comparação com técnicas psicológicas convencionais de redução de estresse utilizadas em pacientes recebendo sedação consciente para a cirurgia plástica.

Pesquisas
 no Hospital Monte Sinai, da Faculdade de Medicina de Nova York, mostram que a hipnose diminui a dor, náusea, fadiga, desconforto e perturbação emocional de pacientes que fazem cirurgia de câncer de mama.

A pergunta é: a hipnose pode ajudar os pacientes que tem medo de dentista?

A resposta é: sim, não só o medo de dentista mas também o medo e ansiedade de procedimentos clínicos e cirúrgicos…aliás a hipnose é muito útil com fobias em geral.


Medo de Dentista?

Medo de Dentista?

Hipnose: conheça os mitos dessa terapia, que pode tratar fobias, depressão, gagueira e até perda de peso

Um pêndulo balança de um lado para o outro, frente aos olhos de um paciente vulnerável — quase fora de si. Para a maioria das pessoas, essa é a imagem que vem à mente quando o assunto é hipnose. Com mais de 300 anos de uso científico, a terapia ainda segue envolta numa aura de mistério e dúvidas. Na prática, não passa de uma técnica simples que leva a um relaxamento profundo.

— O paciente entra num transe, ou seja, um estágio entre o sono e a vigília. Há uma diminuição da frequência cerebral, a atenção fica concentrada, e a gente faz as induções de acordo com o tratamento. Não se usa pêndulo. Basta o comando da voz — explica a psicóloga e especialista em hipnose clínica, Miriam Farias.

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No caso dos psicólogos, a hipnose pode ser usada como auxílio no tratamento de depressão, ansiedade, fobias, pânico, estresse, gagueira, dificuldade de aprendizado e até para perda de peso. Quando o paciente não consegue lembrar a origem do problema, é possível ainda fazer uma regressão.

— Algumas pessoas revivem o momento. Choram, se arrepiam, riem. Outras, conseguem se observar de fora, como um espectador de um episódio da sua vida — conta Miriam.

O tratamento é focal, ou seja, busca solução para uma questão de cada vez. Em média, os resultados surgem com dez sessões. No caso de André Hernandes a terapia se alongou por oito meses.

— Eu tinha dificuldade de aprendizado, de concentração. Quando comecei a hipnose, logo senti uma grande melhora. Mas, durante o tratamento foram surgindo outras questões e acabei continuando — conta o técnico de enfermagem, de 34 anos.

Também podem se especializar em hipnose clínica os profissionais de Medicina, Odontologia e Fisioterapia.

Uma aliada no trabalho

A hipnose também pode ser uma aliada do desempenho profissional. Motivação, autoestima, autoconhecimento e consciência das limitações são alguns dos tópicos trabalhados em empresas pelo hipnólogo Bruno Martins, da Humannum.

— É impressionante como as pessoas se assustam quando eu proponho o uso da hipnose. Esse estado de relaxamento, porém, faz parte de vários momentos na nossa vida, como quando você lê um livro e se desliga completamente. Não há o que temer.

Em alguns casos (como para quem sofre de insônia), o terapeuta pode passar técnicas para fazer em casa.

— Quando a pessoa está hipnotizada, ela não perde a capacidade de raciocinar — garante Miriam Farias.

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Fonte: Jornal Extra