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admin, Author at Dr. Diego Wildberger
  

Por quê devemos remover dentes retidos/impactados?

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Sempre que tivermos algum dente retido/impactado diagnosticado devemos pensar em sua remoção. Isto se deve ao fato de que estes dentes podem, no futuro, desenvolver patologias tais como: tumores odontogênicos,cistos odontogênicos, lesões cariosas nos dentes impactados ou dentes vizinhos, perda óssea nos dentes adjacentes, que podem levar o paciente à perda de mais dentes ou procedimentos cirúrgicos mais invasivos. Portanto, sempre que você se encontrar em situação parecida, procure um cirurgião-dentista para ter a melhor orientação.

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Paciente de 21 anos de idade, com tumor odontogênico ameloblastoma, associado à dente incluso/impactado.

Perda óssea que comprometeu o dente vizinho ao dente impactado, levando a sua perda.

Perda óssea que comprometeu o dente vizinho ao dente impactado, levando a sua perda e aumentando a possibilidade de lesão do nervo.

Artigo original: Uniqodonto

Dicas para Controle da Dor e da Ansiedade no Dentista

Pensando na grande quantidade de pessoas com receios e medos, também chamado de Odontofobia, referente ao tratamento odontológico, encontrei nas minhas pesquisas um material bem interessante que gostaria de compartilhar com vocês.

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1 – Compartilhe com seu dentista ou com a auxiliar de consultório seus receios e ansiedades. Faça com que eles saibam que você fica tenso e ansioso de tal maneira que eles possam dar um atendimento especial ao seu caso que esteja de acordo com suas sensações. O profissional poderá utilizar a hipnose para controle de ansiedade, um calmante ou uma medicação analgésica para que não ocorra dor durante o tratamento. Expressando seus temores você poderá controlá-los melhor, relaxar e receber um tratamento mais efetivo, indolor.

2 – Procure não marcar horário de consulta em épocas que você esteja estressado, ou nervoso ou fisicamente esgotado. Realizar o tratamento nas primeiras horas da manhã ou num dia mais tranqüilo do que ir ao consultório após um dia exaustivo de trabalho.

3 – Tenha sempre em mente que se você consultar periodicamente seu  dentista, haverá sempre um número menor de procedimentos profissionais a serem realizados. Procure desta forma tornar seu tratamento dental mais preventivo do que curativo. Você terá então a possibilidade de ter maior contato com a equipe do consultório e sentir-se mais à vontade  quando necessitar de seus serviços. Poderá também visitar o dentista acompanhado de um parente ou de um amigo para sentir-se mais confiante e amparado, reduzindo desta forma a tensão.

4 – Tente identificar a origem de seu medo e de seus receios. Se for um trauma de infância ou pavor do barulho produzido pelo motor. Existem técnicas de Hipnose que diminuem e até eliminam todas as sensações dolorosas e desagradáveis.

5 – Descanse bastante na noite anterior. Faça uma refeição leve antes da consulta, procurando usar roupas confortáveis, evitando a utilização de blusas justas no pescoço e colarzinhos apertados.

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6 – Se possível faça consultas de curta duração e aumente gradativamente o tempo de atendimento. Combine com o clínico um determinado sinal, segundo qual ele deve parar o tratamento assim que você sentir o menor desconforto. Tais sinais poderão ser convencionados previamente, como um aceno de mão ou um toque na cadeira.

7 – Fique calmo durante o tratamento. Procure relaxar todas as partes do corpo. Imagine que esteja frente a uma cena ou paisagem bastante agradável. Lembre-se de situações alegres que ocorreram ou que virão a ocorrer.

8 – Durante o tratamento use técnicas de Hipnose que afastem sua atenção do que está ocorrendo. Respire de forma profunda e compassadamente, contando as suas respirações. Controle e relaxe a musculatura das pernas e dos braços, desviando a sua atenção para essas contrações e relaxamentos.

9 – Solicite ao dentista ou a auxiliar que explique cada etapa do tratamento. Quanto mais você souber a respeito do que esta sendo feito, mais você poderá sentir-se relaxado, diminuindo a sensação de desconforto. O medo do desconhecido aumenta a sua tensão emocional. Procure discutir e conversar com os profissionais sobre várias opções de tratamento que você poderá ser submetido.

10 – Quando terminar a consulta deverá sentir-se orgulhoso de si mesmo por ter conseguido superar a sua crise de temor e de ter colaborado com o profissional, deverá mesmo recompensar-se por ter superado a sua crise de ansiedade e ter colaborado com o dentista facilitando seu melhor desempenho. Lembre-se que o seu relacionamento com o seu dentista é muito importante p/ o êxito do seu tratamento.

VOCÊ É PARTE INTEGRANTE DA EQUIPE ODONTOLÓGICA. SUA COLABORAÇÃO É ESSENCIAL PARA UM BOM ATENDIMENTO E TRATAMENTO.

É importante frisar que as dicas acima servem para qualquer paciente, então recomendo que leia algumas vezes e recomende aos amigos e familiares para que todos possam ter uma próxima consulta mais tranquila e confortável.

Se necessário podemos iniciar sessões de Hipnose para potencializar os resultados e benefícios do tratamento odontológico.

foto Sobre o autor
DIEGO WILDBERGER é cirurgião-dentista, hipnólogo, hipnotista, Formado pelo Instituto Rogério Castilho, Membro da Sociedade Ibero Americana de Hipnose Condicionativa e Filiado ao Instituto Brasileiro de Hipnologia. Atua em Salvador/BA com odontologia e hipnose clínica, além de manter o site Hipnose Salvador: www.hipnosesalvador.com.br.

Clareamento dental sem orientação pode trazer danos à saúde

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Produtos comprados no comércio não garantem segurança aos pacientes A sabedoria popular já diz que o sorriso é o melhor cartão de visita. Em busca de dentes mais brancos e brilhantes, muitas pessoas aderem a produtos clareadores vendidos em farmácias ou supermercados, como cremes dentais, enxaguantes e fitas adesivas. O que poucos sabem é que tais escolhas podem trazer sérios danos à saúde.

Ao procurar o dentista para fazer clareamento dental, o paciente é submetido a uma avaliação completa, para indicação do melhor tratamento. São duas opções: em sessões no consultório ou em casa. No consultório, o clareamento é realizado com o auxílio de géis, associados ou não ao uso de luz. Ao optar por esse procedimento, o paciente ganha agilidade. Como são utilizados produtos com concentração mais elevada, o tratamento pode ser útil àqueles que não têm tempo e disciplina para o uso e cuidado com moldeiras. Já para o tratamento em casa, o dentista faz uma moldeira e passa as instruções ao paciente, que continua o procedimento, visitando o profissional regularmente. Nesse caso, a vantagem está em fazer o clareamento de acordo com a rotina pessoal, com tempo de uso de moldeira de 30 minutos a 4 horas diárias, utilizando tanto em casa quanto no trabalho.

A dentista e doutora em odontologia Flávia Magnani Bevilacqua explica que a ocorrência de sensibilidade dental, durante o clareamento caseiro supervisionado, é comum. Ao observar as reações do paciente, o profissional pode alterar o protocolo de utilização do gel clareador ou, em alguns casos, intercalar com o uso de um dessensibilizante. “Nem todos os pacientes podem realizar clareamento caseiro, por isso é imprescindível o acompanhamento de um profissional. O clareamento dental sem supervisão pode trazer diversos problemas, sendo os riscos maiores do que os benefícios”, alega.

Para Constanza Odebrecht, doutora em odontologia e consultora científica da FGM Produtos Odontológicos, o perigo de comprar produtos clareadores em supermercados ou farmácias é o potencial de uso abusivo. Durante o tratamento em consultório, o dentista verifica se há contraindicações, prescreve a concentração adequada do produto e monitora o momento em que é preciso parar, assim como o tempo adequado para repetir o procedimento. Em casa, o paciente não reconhece o limite, imaginando que, quanto mais tempo utilizar, melhor será o resultado. Com esse uso equivocado, em vez de dentes brancos, podem surgir problemas como reações alérgicas, ocorrência de hipersensibilidade, reações inflamatórias em dentes e gengiva, manchas decorrentes do uso não supervisionado, principalmente em dentes com restaurações, entre outros aspectos. Por isso, é necessário um exame clínico e radiográfico antes do tratamento para verificar a presença e o estado das restaurações, ausências de cáries e inflamações gengivais, diagnóstico do tipo de manchas e o grau de sensibilidade dental.

Assessoria de Imprensa FGM Produtos Odontológicos.
Jornalista responsável: Guilherme Diefenthaeler (reg. prof. 6207/RS).
Texto: Letícia Caroline (reg.prof. 3542/SC).

Fonte: http://www.fgm.ind.br/blog/?p=417

Personagens globais usam a hipnose como estímulo de memória

Amada pelo grande público, as novelas são uma espécie de espelhos da vida real que hora ou outra trazem à tona assuntos, polêmicos ou não, que na maioria das vezes passariam completamente despercebidos pela massa em geral. Assuntos sociais, econômicos, culturais e medicinais são diariamente interpretados por grandes mestres da dramaturgia, como a hipnose clínica, por exemplo, que entrou em pauta na ultima semana no folhetim do horário nobre, “Amor à Vida”. A novela, que tem como cenário principal um hospital escolheu a hipnoterapia como tratamento alternativo no processo de recuperação de memória do personagem Atílio (Luis Melo), que após acidente provocado por Felix (Mateus Solano) teve parte de suas lembranças esquecidas. Na cena, Renan (Álamo Facó) destaca a hipnoterapia como o método mais rápido eficaz para o combate da amnésia.

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Atília faz exame hipnotizado

A opção do psicólogo fictício é justificada na vida real pela psicóloga Miriam Farias, que classifica o quadro de Atílio como um tipo de estresse pós-traumático, sendo a hipnose clínica realmente o tratamento mais adequado e rápido. “O estresse pós-traumático ocorre quando a pessoa passa por alguma situação traumática em que coloque em risco ou perigo a sua própria vida, quando vivencia alguma cena real, ou mesmo um relato de uma situação traumática com a presença de muito medo ou pavor”, explica Miriam, ressaltando que a perda de memória acontece nesses casos por conta de uma evitação, por parte do individuo, do fato ocorrido. “Isso se dá porque ele sente como se estivesse experimentando a situação outra vez. Ocorrem flashes com a presença de pensamentos invasivos e lembranças persistentes, muitos sonhos e até pesadelos levando o paciente a reviver a experiência traumática”, complementa.

Miriam explica ainda, que embora já aceita e muito utilizada, mitos ainda cercam essa prática. Um forte exemplo é o pensamento popular de que estar hipnotizado significa estar inconsciente. Na verdade, o transe hipnótico é caracterizado por uma dissociação consciente/inconsciente, onde a consciência está presente para participar no processo de cura. “Quando a pessoa está hipnotizada ela não perde a sua capacidade de raciocinar. Pelo contrário. Ela consegue resolver problemas complexos, fazer improvisos e ainda manter uma capacidade crítica sobre o que lhe está sendo sugerido”, conta a psicóloga, que faz questão de tranquilizar seus pacientes: “Não há nada a temer, porque a hipnose é um processo completamente seguro quando é usada profissionalmente. O relaxamento que você vai experimentar será agradável e regenerador”.

A Hipnose clinica é uma pratica milenar, e segundo análise publicada na revista American Health Magazine, a recuperação acontece em 93% dos casos, num período de um mês e meio. Enquanto a psicanálise resolve 38% dos casos em cerca de 11 anos e a terapia comportamental 72%, em aproximadamente seis meses. Na medicina ela irá auxiliar os tratamentos de psiquiatria, anestesia e cirurgia, doenças psicossomáticas, ginecologia e obstetrícia, controle de sangramento, tratamento de queimaduras, dermatologia, pediatria (enurese noturna, pesadelos, timidez e inadaptação), controle da dor, controle de vícios. Já na psicologia seu uso abrange males mais comuns, como: tabagismo, emagrecimento, fobias, depressão, ansiedade, problemas sexuais, alcoolismo, problemas de fala, terapia de regressão de idade, dores crônicas, autoestima e fortalecimento do ego e melhoras na concentração ou memória.

 

O FLUMINENSE

Fonte: O Fluminense, 06/07/2013 – 12:34

Medo de dentista e a Hipnose

Quando falamos em dentista numa roda de amigos, a primeira que coisa que ouvimos é: “nossa eu morro de medo”, “dentistas são assustadores”, “aquilo é uma tortura”, “tenho pavor à anestesia”. Não tenho os números exatos, mas acredito que quando tocamos nesse assunto, estas são algumas das respostas de 90% das pessoas, incluindo os próprios profissionais de odontologia. Esse tipo de comentário é definido ou instalado depois de uma vivência desagradável no consultório odontológico. Algumas vezes, podemos afirmar, que esse sentimento do medo de dentista é condicionado pelos próprios pais quando dizem à criança que a levarão ao dentista se não forem obedientes, educadas ou estudiosas, criando nesta uma crença de que dentista é sinônimo de punição ou tortura.

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Atender pacientes com medo de dentista, do “motorzinho” ou de seus procedimentos clínicos, é quase uma rotina diária na vida dos profissionais de odontologia. Mas essa realidade, que algumas vezes atrapalha e outras até impede os tratamentos odontológicos, pode melhorar. Depois de alguns anos presente em clínicas e consultórios da Europa e dos Estados Unidos, a hipnose volta a surgir no Brasil como uma excelente ferramenta coadjuvante de trabalho para o dentista.

Diferente do que muita gente pensa, a hipnose é um procedimento cientificamente fundamentado. Ao longo da história, tem sido muito utilizada em psicoterapias para diversos tipos de tratamentos e objetivos. Na odontologia, a hipnose pode, em muitos casos, diminuir o stress e a ansiedade, substituir as anestesias e diminuir os sangramentos e a salivação, facilitando muito o tratamento e promovendo uma experiência mais agradável e confortável ao paciente.

No Brasil, a utilização da hipnose é autorizada e reconhecida aos cirurgiões-dentistas através da Lei nº 5.081, de 24/08/1966 no decreto nº 68.704, de 03/06/1971, que regula o exercício da Odontologia, e na resolução nº 82 publicada no Diário Oficial da União de 01/10/2008 seção 1 pag.105 capítulo IV, que normatizou a Hipnose, entre outras práticas integrativas e complementares à saúde bucal, permitindo ao cirurgião-dentista utilizar da hipnose na sua prática clínica desde que comprovadamente habilitado e quando constituírem meios eficazes para o tratamento. Para isso, começam a surgir cursos de hipnose direcionados para os profissionais da Odontologia, focando sempre no bem-estar dos pacientes.

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Cirurgia Odontológica com Hipnose – Clique para ler o artigo

A hipnose é um estado alterado de consciência, intermediário entre o sono e a vigília. Nesse estado, o lado direito do cérebro, que trabalha a imaginação e a criatividade, é ativado, enquanto o lado esquerdo, mais racional e lógico, se relaxa, afastando o senso crítico e fazendo com que a mente consciente permita a indução, deixando que a mente inconsciente se manifeste.

Com uma voz, algumas vezes, monótona e repetitiva do hipnotista, o paciente alcança o estado hipnótico ou transe. Um ambiente calmo e tranquilo é essencial para que o atendimento seja eficaz e relaxante, ajudando no processo de indução e entrada do transe. Com o uso de técnicas específicas, as ondas cerebrais do paciente passam do estágio beta (da vigília) e atingem o estágio alfa da hipnose, que é  quando o hipnotista pode sugestionar o paciente. Dessa forma, consegue sugerir à mente hipnotizada, que determinada parte do corpo está anestesiada ou sem qualquer tipo de incômodo ou desconforto.

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Realizar uma anamnese detalhada nos pacientes antes de recorrer à hipnose é essencial e indispensável. Aqueles com história psicótica, esquizofrenia, retardo mental ou que tenha a realidade mal estabelecida, não devem ser hipnotizados. Crianças abaixo de 4 anos e idosos que não tenham muita atividade intelectual, também compõem um público para o qual a hipnose é contra-indicada.

Apesar do medo de dentista, alguns pacientes, também tem medo ou receio da hipnose. Por isso, é indicado que o profissional procure sempre desmistifica-la, deixando o paciente tranquilo e bem esclarecido sobre o assunto. Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, ninguém faz sob hipnose nada que não faria se não estivesse hipnotizado. Além disso, por questões éticas, nenhum profissional pode utilizar a hipnose sem o conhecimento ou autorização do seu paciente.

foto Sobre o autor
DIEGO WILDBERGER é cirurgião-dentista, hipnólogo, hipnotista, Formado pelo Instituto Rogério Castilho, Membro da Sociedade Ibero Americana de Hipnose Condicionativa e Filiado ao Instituto Brasileiro de Hipnologia. Atua em Salvador/BA com odontologia e hipnose clínica, além de manter o site Hipnose Salvador: www.hipnosesalvador.com.br.

Mulher consegue engravidar após sessão de hipnoterapia

Mulher consegue engravidar depois de passar por uma sessão de hipnoterapia na Inglaterra

Louise conseguiu ser mãe, após sessão de hipnoterapia | Foto: Reprodução Internet

Inglaterra – Uma mulher consegue engravidar depois de passar por uma sessão de hipnoterapia na Inglaterra. Louise, de 36 anos, e seu esposo, Ian Forrest, de 33 anos, tentaram ser pais por várias vezes, contudo, a mulher nunca conseguia gerar uma criança.

Por duas vezes, Louise até chegou a ficar grávida, mas sofreu abortos e perdeu as crianças. O casal estava prestes a começar um novo tratamento de fertilidade, quando a mulher, numa tentativa “desesperada” decidiu tentar a hipnoterapia, uma espécie de hipnose. Um mês depois de sua primeira sessão, a vendedora de uma loja ficou grávida.

Louise deu à luz à Aafia Rosa em dezembro de 2012. O bebê nasceu com 3,03 kg. “Nós tentamos ter um bebê durante muito tempo e eu já estava acreditando que não conseguiria ter um. Depois da hipnose, passei a acreditar que estava grávida e que teria um bebê”, disse Louise, que vive em Hinckleu, no Leics.

“Estou convencida de que a hipnoterapia me ajudou a relaxar e a me acalmar”, completou a nova mãe. As informações são do The Sun.

Fonte: Jornal O Dia

Leia a reportagem completa no site do hipnoterapeuta: clique aqui